Murilo Prado, do R7*, com Estadão Conteúdo, e Rodrigo Balbino, da Agência Record

O pré-Carnaval de rua na cidade de São Paulo começou neste fim de semana com registros de tumultos, superlotações e foliões passando mal durante os desfiles.

O grande número de pessoas no Bloco Skol, com participação do DJ Calvin Harris, provocou confusão generalizada na rua Consolação, no centro da capital paulista, neste domingo (8).

A PM (Polícia Militar) reforçou o efetivo, enquanto os bombeiros civis prestaram atendimento medico aos foliões e auxiliaram no controle da situação.

A confusão era tamanha que o metrô não estava parando na estação Higienópolis, a mais próxima do local.

No sábado (7), o bloco Quem Pede, Pede, da cantora Ivete Sangalo, precisou ser interrompido por cerca de 50 minutos por causa da superlotação. De acordo com a PM, 1,2 milhão de pessoas estavam nos arredores do Parque Ibirapuera, na zona sul.

No mesmo local, o bloco Maluco Beleza, de Alceu Valença, teve seu início atrasado em quase uma hora por causa do temporal na tarde de sábado.

Trechos da avenida Pedro Álvares Cabral ficaram tomados pela água.

A prefeitura planeja usar 23 drones com reconhecimento facial para monitorar os megablocos. Nesses eventos, também haverá vigilância com as 482 câmeras do Smart Sampa. Este é o segundo ano em que a tecnologia é usada.

SP mobiliza mais de 50 mil agentes de segurança para combater ação de criminosos durante Carnaval por São Paulo.

Durante o feriado e nos fins de semana de pré e pós-Carnaval, 58 mil agentes — de Polícia Militar (42 mil), Guarda Civil Metropolitana (6.000) e seguranças contratados (10 mil) — vão patrulhar os eventos.

Policiais civis e militares estarão à paisana nos blocos para evitar roubos e furtos, especialmente de celulares.

Sob supervisão de Vivian Masutti, editora-chefe.

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